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Capítulo141 de 150
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Salmos 141

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Salmos 141

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Salmos 141:1–10

Põe guarda à minha boca

1Salmo de Davi: Ó SENHOR, eu clamo a ti; apressa-te a mim; ouve minha voz, quando eu clamar a ti.

2Apresente-se minha oração [como] incenso diante de ti; [e] o levantar de minhas mãos [como] a oferta do anoitecer.

3Põe, SENHOR, uma guarda em minha boca; vigia a abertura dos meus lábios.

4Não inclines meu coração para as coisas más, para fazer o mal junto com homens que praticam maldade; e não coma eu das delícias deles.

5Que o justo me faça o favor de me espancar e me repreender; [isto me será] azeite sobre a cabeça; minha cabeça não rejeitará, porque ainda orarei contra as maldades deles.

6[Quando] seus juízes forem lançados contra a rocha, então ouvirão minhas palavras, porque [são] agradáveis.

7Como quem lavra e fende a terra, assim nossos ossos são espalhados à entrada do Xeol.

8Porém meus olhos [estão voltados] para ti, ó Senhor DEUS; em ti confio; não desampares minha alma.

9Guarda-me do perigo da armadilha que me prepararam; e dos laços da cilada dos que praticam maldade.

10Caiam os perversos cada um em suas próprias redes, e eu passe adiante [em segurança] .

Contexto

Este salmo integra o livro de orações de Israel e deve ser interpretado conforme sua poesia, seu contexto de culto e sua função na formação espiritual da comunidade.

Explicação

O salmista pede disciplina da fala, rejeição aos banquetes dos perversos e correção dos justos.

Verdade central

Santidade envolve boca, desejos e capacidade de receber repreensão.

Aplicação

Pause antes de falar e prefira correção fiel à aprovação de ambientes corruptos.

Fontes históricas consultadas

John Goldingay — Psalms, Volume 3 · Nancy deClaissé-Walford, Rolf Jacobson e Beth Tanner — The Book of Psalms · Derek Kidner — Psalms 73–150 · Tremper Longman III — Psalms

1Salmo de Davi: Ó SENHOR, eu clamo a ti; apressa-te a mim; ouve minha voz, quando eu clamar a ti.

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2Apresente-se minha oração [como] incenso diante de ti; [e] o levantar de minhas mãos [como] a oferta do anoitecer.

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3Põe, SENHOR, uma guarda em minha boca; vigia a abertura dos meus lábios.

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4Não inclines meu coração para as coisas más, para fazer o mal junto com homens que praticam maldade; e não coma eu das delícias deles.

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5Que o justo me faça o favor de me espancar e me repreender; [isto me será] azeite sobre a cabeça; minha cabeça não rejeitará, porque ainda orarei contra as maldades deles.

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6[Quando] seus juízes forem lançados contra a rocha, então ouvirão minhas palavras, porque [são] agradáveis.

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7Como quem lavra e fende a terra, assim nossos ossos são espalhados à entrada do Xeol.

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8Porém meus olhos [estão voltados] para ti, ó Senhor DEUS; em ti confio; não desampares minha alma.

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9Guarda-me do perigo da armadilha que me prepararam; e dos laços da cilada dos que praticam maldade.

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10Caiam os perversos cada um em suas próprias redes, e eu passe adiante [em segurança] .

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