LivroJó
Capítulo37 de 42
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Jó 37

Leitura contínua do capítulo.

Comentário Bíblico Você Não Sabia

Jó 37

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Jó 37:1–24

Deus governa o clima

1Disto também o meu coração treme, e salta de seu lugar.

2Ouvi atentamente o estrondo de sua voz, e o som que sai de sua boca,

3Ao qual envia por debaixo de todos os céus; e sua luz até os confins da terra.

4Depois disso brama com estrondo; troveja com sua majestosa voz; e ele não retém [seus relâmpagos] quando sua voz é ouvida.

5Deus troveja maravilhosamente com sua voz; ele faz coisas tão grandes que nós não compreendemos.

6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.

7Ele sela as mãos de todo ser humano, para que todas as pessoas conheçam sua obra.

8E os animais selvagens entram nos esconderijos, e ficam em suas tocas.

9Da recâmara vem o redemoinho, e dos [ventos] que espalham [vem] o frio.

10Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.

11Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, [e] por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago.

12Então elas se movem ao redor segundo sua condução, para que façam quanto ele lhes manda sobre a superfície do mundo, na terra;

13Seja que ou por vara de castigo, ou para sua terra, ou por bondade as faça vir.

14Escuta isto, Jó; fica parado, e considera as maravilhas de Deus.

15Por acaso sabes tu quando Deus dá ordem a elas, e faz brilhar o relâmpago de sua nuvem?

16Conheces tu os equilíbrios das nuvens, as maravilhas daquele que é perfeito no conhecimento?

17Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do [vento] sul,

18acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como um espelho fundido?

19Ensina-nos o que devemos dizer a ele; [pois discurso] nenhum podemos propor, por causa das [nossas] trevas.

20Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado?

21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.

22Do norte vem o esplendor dourado; em Deus há majestade temível.

23Não podemos alcançar ao Todo-Poderoso; ele é grande em poder; porém ele a ninguém oprime [em] juízo e grandeza de justiça.

24Por isso as pessoas o temem; ele não dá atenção aos que [se acham] sábios de coração.

Contexto

Este capítulo integra o debate poético do livro de Jó sobre sofrimento, justiça, sabedoria e o relacionamento humano com Deus.

Explicação

O discurso de Eliú termina contemplando neve, chuva, relâmpagos e nuvens.

Verdade central

Fenômenos servem a propósitos que humanos não controlam, e o esplendor de Deus exige reverência.

Aplicação

Humildade ecológica reconhece que criação não existe apenas para conveniência humana.

Fontes históricas consultadas

John E. Hartley — The Book of Job · David J. A. Clines — Job 1–42 · Tremper Longman III — Job · Gustavo Gutiérrez — On Job

1Disto também o meu coração treme, e salta de seu lugar.

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2Ouvi atentamente o estrondo de sua voz, e o som que sai de sua boca,

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3Ao qual envia por debaixo de todos os céus; e sua luz até os confins da terra.

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4Depois disso brama com estrondo; troveja com sua majestosa voz; e ele não retém [seus relâmpagos] quando sua voz é ouvida.

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5Deus troveja maravilhosamente com sua voz; ele faz coisas tão grandes que nós não compreendemos.

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6Pois ele diz à neve: Cai sobre à terra; Como também à chuva: Sê chuva forte.

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7Ele sela as mãos de todo ser humano, para que todas as pessoas conheçam sua obra.

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8E os animais selvagens entram nos esconderijos, e ficam em suas tocas.

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9Da recâmara vem o redemoinho, e dos [ventos] que espalham [vem] o frio.

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10Pelo sopro de Deus se dá o gelo, e as largas águas se congelam.

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11Ele também carrega de umidade as espessas nuvens, [e] por entre as nuvens ele espalha seu relâmpago.

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12Então elas se movem ao redor segundo sua condução, para que façam quanto ele lhes manda sobre a superfície do mundo, na terra;

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13Seja que ou por vara de castigo, ou para sua terra, ou por bondade as faça vir.

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14Escuta isto, Jó; fica parado, e considera as maravilhas de Deus.

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15Por acaso sabes tu quando Deus dá ordem a elas, e faz brilhar o relâmpago de sua nuvem?

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16Conheces tu os equilíbrios das nuvens, as maravilhas daquele que é perfeito no conhecimento?

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17Tu, cujas vestes se aquecem quando a terra se aquieta por causa do [vento] sul,

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18acaso podes estender com ele os céus, que estão firmes como um espelho fundido?

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19Ensina-nos o que devemos dizer a ele; [pois discurso] nenhum podemos propor, por causa das [nossas] trevas.

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20Seria contado a ele o que eu haveria de falar? Por acaso alguém falaria para ser devorado?

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21E agora não se pode olhar para o sol, quando brilha nos céus, quando o vento passa e os limpa.

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22Do norte vem o esplendor dourado; em Deus há majestade temível.

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23Não podemos alcançar ao Todo-Poderoso; ele é grande em poder; porém ele a ninguém oprime [em] juízo e grandeza de justiça.

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24Por isso as pessoas o temem; ele não dá atenção aos que [se acham] sábios de coração.

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