LivroCantares
Capítulo2 de 8
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Cantares 2

Leitura contínua do capítulo.

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Cantares 2

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Cantares 2:1–17

Como lírio entre os espinhos

1Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.

2Ele : Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças.

3Ela : Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes; debaixo de sua sombra desejo muito sentar, e doce é o seu fruto ao meu paladar.

4Ele me leva à casa do banquete, e sua bandeira sobre mim é o amor.

5Sustentai-me com passas, fortalecei-me com maçãs; porque estou fraca de amor.

6Esteja sua mão esquerda abaixo de minha cabeça, e sua direita me abraça.

7Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.

8Esta é a voz do meu amado: vede-o vindo, saltando sobre os montes, pulando sobre os morros.

9Meu amado é semelhante ao corço, ou ao filhote de cervos; eis que está atrás de nossa parede, olhando pelas janelas, observando pelas grades.

10Meu amado me responde, e me diz:Ele : Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.

11Porque eis que o inverno já passou; a chuva se acabou, e foi embora.

12As flores aparecem na terra, o tempo da cantoria chegou; e ouve-se a voz da rolinha em nossa terra.

13A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.

14Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.

15Tomai-nos as raposas, as raposinhas, que danificam as vinhas, porque nossas vinhas estão florescendo.

16Meu amado é meu, e eu sou sua; ele apascenta entre os lírios.

17Antes do dia se romper, e das sombras fugirem, volta, amado meu, faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, sobre os montes de Beter.

Contexto

Cântico dos Cânticos é poesia amorosa composta por diálogos, imagens e mudanças de voz. Sua leitura principal celebra amor, desejo, beleza e compromisso humanos como dons de Deus; tradições judaicas e cristãs também encontraram nele analogias espirituais, mas essas aplicações não devem apagar seu sentido literário nem autorizar controle ou coerção.

Explicação

Os amantes trocam imagens de beleza, proteção e prazer. A amada pede sustento, descreve a chegada do amado e adverte as filhas de Jerusalém a não despertar o amor antes do tempo.

Verdade central

Desejo é uma dádiva poderosa, mas possui tempo adequado e não deve ser manipulado ou apressado.

Aplicação

Não use carência para acelerar compromissos. Construa segurança, clareza e consentimento antes de aprofundar a intimidade.

Fontes históricas consultadas

Iain Provan — Ecclesiastes, Song of Songs · Tremper Longman III — Song of Songs · Richard S. Hess — Song of Songs · Duane Garrett e Paul R. House — Song of Songs/Lamentations

1Eu sou a rosa de Sarom, o lírio dos vales.

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2Ele : Como um lírio entre os espinhos, assim é minha querida entre as moças.

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3Ela : Como a macieira entre as árvores do bosque, assim é o meu amado entre os rapazes; debaixo de sua sombra desejo muito sentar, e doce é o seu fruto ao meu paladar.

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4Ele me leva à casa do banquete, e sua bandeira sobre mim é o amor.

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5Sustentai-me com passas, fortalecei-me com maçãs; porque estou fraca de amor.

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6Esteja sua mão esquerda abaixo de minha cabeça, e sua direita me abraça.

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7Eu vos ordeno, filhas de Jerusalém: jurai pelas corças e pelas cervas do campo, que não acordeis, nem desperteis ao amor, até que ele queira.

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8Esta é a voz do meu amado: vede-o vindo, saltando sobre os montes, pulando sobre os morros.

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9Meu amado é semelhante ao corço, ou ao filhote de cervos; eis que está atrás de nossa parede, olhando pelas janelas, observando pelas grades.

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10Meu amado me responde, e me diz:Ele : Levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.

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11Porque eis que o inverno já passou; a chuva se acabou, e foi embora.

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12As flores aparecem na terra, o tempo da cantoria chegou; e ouve-se a voz da rolinha em nossa terra.

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13A figueira está produzindo seus figos verdes, e as vides florescentes dão cheiro; levanta-te, querida minha, minha bela, e vem.

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14Pomba minha, que andas pelas fendas das rochas no oculto das ladeiras, mostra-me tua face, faze-me ouvir tua voz; porque tua voz é doce, e tua face agradável.

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15Tomai-nos as raposas, as raposinhas, que danificam as vinhas, porque nossas vinhas estão florescendo.

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16Meu amado é meu, e eu sou sua; ele apascenta entre os lírios.

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17Antes do dia se romper, e das sombras fugirem, volta, amado meu, faze-te semelhante ao corço, ao filhote de cervos, sobre os montes de Beter.

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